Feijó, Garotinho e prefeita Rosinha fazem movimento em Brasília com a bancada do Rio em defesa dos royalties

Em clima de tensão, o deputado federal Paulo Feijó (PR-RJ) e outros parlamentares da bancada do Rio, entre eles o deputado Anthony Garotinho e a prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, participaram, na tarde desta quarta-feira (19), de um manifesto em Brasília, com o objetivo de destacar a posição contra a iniciativa de redistribuir os royalties do petróleo.

O ato do grupo teve início no Salão Negro e continuou na rampa do Congresso Nacional, num dia de muita chuva em Brasília. A bancada do Rio continuou reunida ao longo de toda a tarde, definindo estratégias em defesa dos municípios produtores.

- Está sendo um momento difícil, é um absurdo, um verdadeiro assalto o que está sendo feito ao Rio de Janeiro, mas nós não vamos desistir de lutar. É preciso dar um basta aos muitos argumentos mentirosos usados para esconder, na verdade, a intenção demagógica de políticos que desejam roubar dos municípios produtores direitos adquiridos e preservados pela Constituição Brasileira. O petróleo é do Brasil, mas os royalties, todos sabem, são indenizações estabelecidas pela Constituição Federal como medidas compensatórias, para municípios e estados que sofram os impactos da atuação das empresas ligadas às atividades petrolíferas – enfatiza o deputado Paulo Feijó, ressaltando que da bancada do Rio, não participaram do movimento os deputados Brizola Neto (PDT), Benedita da Silva e Edson Santos (PT).

Em seu discurso de hoje, em plenário, Feijó destacou que a prefeita RosinhaG arotinho tem alertado sobre estas perdas desde que assumiu o mandado, em 2009, e tem sido a única voz entre os prefeitos fluminenses a se manifestar contra a aberração jurídica que se desenha no Congresso Nacional para prejudicar municípios e estados produtores. “Estamos certos de que a legalidade está ao nosso lado e que, portanto, não podemos recuar na defesa do que acreditamos e, portanto, não iremos ceder sem lutar. Não podemos recuar na defesa do que acreditamos e, portanto, não iremos ceder sem lutar”, declarou em plenário.


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